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Instruções no pós-operatório

Morda firmemente um rolo de gaze por meia hora, sem mastigar. Aplique constantemente bolsa de gelo na face sobre o local por um maior período de tempo possível nas primeiras 72 horas. Após o terceiro dia aplicar compressa de água morna. Manter repouso relativo. Não fazer esforço desnecessário. Alimentação liquida e pastosa fria, nos dois


Etiologia das doenças periodontal

Primaria Biofilme dental Fatores de risco local (desiquilíbrio) Bactérias especificas Fatores que facilitem a retenção de placa bacteriana (Calculo, Restaurações, Próteses, etc.); Características anatômicas dentais (Projeções de esmalte, Pérolas de esmalte, sulco radiculares); Trauma de oclusão Infecções pulpares Calculo Dental Biofilme bacteriano mineralizado sobre a superfície dental ou outras superfícies duras da cavidade bucal A


Microbiologia da Doença Periodontal

Biofilme Dental “Comunidade microbiana organizada, não mineralizada, envolvida em uma matriz de polissacarídeo extracelulares e glicoproteínas salivares. Formado por micro colônias, em uma matriz extra-celular e com a presença de canais de fluido. *FATOR PRIMÁRIO DA DOENÇA PERIODONTAL Formação em três fases Adsorção Molecular Colonização Primária Colonização Secundária, tardia e maturação do biofilme Biofilme Supragengival


Anatomia e histologia do periodonto

Periodonto de Proteção Gengiva Livre; Gengiva Inserida; Gengiva Interdental; Mucosa Alveolar; Periodonto de Suporte/Sustentação Cemento Radicular; Ligamento Periodontal; Osso Alveolar; Periodonto de Proteção É a parte da mucosa oral mastigatória que recobre os processos alveolares dos maxilares e circunda o colo do dente. É formado por epitélio pavimentoso estratificado paraqueratinizado e divide-se em: Epitélio Oral;


Hipertensão

Considera-se hipertensão o aumento da tensão arterial além de seus limites de normalidade de 120 x 80 mm/Hg. Este aumento pode ser sistólico e pode estar correlacionado a estresse, medo e exercícios físicos, porém não deve ultrapassar 180 mm/Hg. De um modo geral o paciente NÃO deve ser manipulado cirurgicamente com tensão arterial acima de


Obstrução das Vias Aéreas por Corpo Estranho

A maior causa de parada respiratória é a obstrução da via aérea. Dentre as obstruções da via aérea, a causa mais comum é a presença de corpo estranho. O corpo estranho mais comum é a língua, por isso as técnicas de permeabilidade máxima da via aérea, visam exclusivamente tirar a língua daquele local. Entretanto, outros


Parada Respiratória

As paradas, tanto respiratória como cardíaca, são emergências gravíssimas que requer do profissional uma ação imediata, segura e eficaz, caso contrário, em pouquíssimo tempo o paciente será levado à lesões cerebrais irreversíveis e inevitavelmente, à morte. LEMBRAR QUE EM PARADA RESPIRATÓRIA O PACIENTE ESTARÁ INCONSCIENTE. Protocolo: Verificar consciência Acionar sistema de emergência Permeabilidade máxima das


Abordagem do paciente

Para cada situação de dificuldade que esteja observando em seu paciente ou que ele esteja se queixando, proceda da seguinte forma: a) Paciente Consciente: Interrompa o que está fazendo; Questione o que está ocorrendo, batendo com as mãos nos dois ombros; Verificando a disposição de resposta do paciente, Pergunte: S – O que está sentindo?


Biópsia na clinica Odontologica

Remoção de um fragmento de tecido vivo para análise das alterações histomorfológicas, com fins diagnósticos Indicações Gerais Diagnóstico diferencial por exclusão Avaliar a extensão de uma lesão Estabelecer a gradação histológica de malignidade de uma neoplasia Avaliar o resultado de um protocolo de tratamento Indicações Específicas Lesões leucoplásicas de longa duração Úlceras com mais de


Preparo Protéticos em Prótese Fixa

Princípios Biológicos Proteção do Complexo dentina-polpa Preservação da estrutura dental Desgastes excessivos Sacrifício da retenção e estabilidade aproximação da câmara pulpar Planejamento Enceramento diagnóstico Avaliação Radiográfica Controle da quantidade de desgaste Calor gerado pelo atrito da broca Controle da Pressão Quantidade de distribuição da irrigação Brocas: Tempo de uso/qualidade/granulação Remoção da dentina cariada Proteção pós-operatório


Classificação das doenças periodontal

Gengivite Sinais clínicos de inflamação: Aumento dos contornos gengivais – edema ou hiperplasia gengival Mudança de cor – vermelho ou vermelho vivo Elevada temperatura sulcular Sangramento espontâneo ou estimulado Aumento do fluido gengival Ausencia de perda de inserção ou nível de inserção estável em um periodonto reduzido; Reversibilidade da doença pela remoção do fator


Técnica de Anestesia Maxilar

Bloqueio do Nervo Alveolar Superior Posterior (Bloqueio de tuberosidade) Nervos Anestesiados: NASP e seus ramos Áreas Anestesiadas: Polpas do 3º, 2º e 1º molares superiores (todo o 1º = 72%) Tecido periodontal vestibular e osso da região Indicações Tratamento envolvendo dois ou mais molares superiores Quando for contra-indicado bloqueio de campo ou esta for


Técnica Anestésica Mandibular

Bloqueio do Nervo Alveolar Inferior (Bloqueio Mandibular) Nervos Anestesiados Nervo Alveolar Inferior; Nervo Incisivo; Nervo Mentoniano; Nervo Lingual; Áreas Anestesiadas: Dentes inferiores até a linha média; Corpo da mandíbula, porção inferior do ramo; Mucopeirósteo vestibular, anterior ao 1º Pré-Molar; 2/3 anteriores da língua a assoalho da cavidade oral; Tecidos moles e periósteo lingual. Indicações


Software Interpretação Radiografica

Informação Este software foi planejado com o intuito de proporcionar aos alunos de graduação, pós-graduação, especialistas e cirurgiões dentistas em geral um estudo mais dinâmico da interpretação radiográfica, destacando a anatomia do complexo dentário e suas estruturas adjacentes, além das anomalias mais frequentes. Agradecimento aos Autores: Lucio Mitsuo Kurita. Francisco Haiter Neto. Download Link 1


Angina Pectoris

Paciente anginoso é aquele que, na maioria absoluta das vezes, possui doença coronariana e quando se submete a esforços físicos ou emoção stress ou outras situações emocionais adrenérgicas, apresenta a dor anginosa que, alivia ao tomar sua medicação sublingual ou entrar em repouso. Este tipo de paciente é chamado de anginoso estável. Quadro Clínico Dor